
A Secretaria da Administração (Sead) realizou, nesta terça-feira (12), a sessão de abertura do envelope de habilitação do licitante classificado em primeiro lugar no processo licitatório para concessão de uso do Parque Potycabana. O Consórcio Poty Esporte e Lazer ficou em vantagem diante das demais propostas, e deve estar à frente da gestão do parque pelo período de 35 anos.
Em março deste ano, foram abertas as propostas das empresas que concorriam ao processo licitatório e houve um empate entre as três licitantes. Depois disso, foi dado início aos procedimentos legais de desempate, que resultou na classificação, em primeiro lugar, do Consórcio Poty Esporte e Lazer.
A diretora de Licitação da Sead, Leda Eulálio, explica que, nos próximos dias, toda a documentação será analisada e ainda existem alguns procedimentos, previstos em edital, até que se chegue ao anúncio do Consórcio como vencedor do processo licitatório. “Essa documentação será analisada pela Comissão de Licitação e, nos próximos dias, será proferido o termo de julgamento dos documentos de habilitação. Em sequência, ocorrerá a fase recursal, e somente depois disso o licitante classificado será declarado vencedor”, afirmou.

O superintendente de Parcerias e Concessões (Suparc), Alberto Hidd, ressalta que a Sead avança em mais uma etapa importante do processo de concessão do Parque Potycabana, “Essa parceria com a iniciativa privada representa uma oportunidade de transformar o parque em um ambiente ainda mais atrativo, seguro e sustentável, fortalecendo o turismo, movimentando a economia local e gerando emprego e renda para os piauienses”, pontuou.
A concessão de uso do parque tem destinação específica para administração, operação, manutenção e exploração, com inclusão de obras de reforma e modernização do espaço. A ideia é que a iniciativa privada invista em requalificação dos espaços, modernização da infraestrutura e ampliação das atividades culturais, esportivas e de lazer, assegurando o uso público, o acesso gratuito e a valorização ambiental e turística do local.
A parceria com a iniciativa privada deve trazer melhoria na qualidade dos serviços oferecidos à população, aumento da frequência e permanência dos visitantes, estímulo à economia local e à geração de empregos diretos e indiretos, além da preservação ambiental e valorização do espaço urbano.
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