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Seprev reúne comunidades terapêuticas para reforçar política de acolhimento

Encontro discutiu o aprimoramento do serviço, que beneficia mais de 5 mil pessoas todos os anos com tratamento para dependência química

24/02/2026 às 06h59
Por: Redação Fonte: Secom Alagoas
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Gestores e equipes técnicas debateram desafios e estratégias para garantir um atendimento cada vez mais humanizado - Vitória Ester Costa
Gestores e equipes técnicas debateram desafios e estratégias para garantir um atendimento cada vez mais humanizado - Vitória Ester Costa
Everton Dimoni / Ascom Seprev

A Secretaria de Estado de Prevenção à Violência (Seprev) promoveu, nesta segunda-feira (23), um encontro com representantes das comunidades terapêuticas credenciadas à Rede Acolhe para dialogar sobre as ações de acolhimento a dependentes químicos em Alagoas.

Durante o encontro, gestores e equipes técnicas debateram desafios e estratégias para garantir um atendimento cada vez mais humanizado, eficiente e integrado.

Na ocasião, o secretário de Estado de Prevenção à Violência, Ricardo Dória, ressaltou que o encontro fortalece a parceria entre o poder público e as instituições que atuam diretamente no cuidado às pessoas em situação de vulnerabilidade.

“O diálogo aberto e colaborativo é essencial para avançarmos em políticas públicas mais humanas e integradas. A Rede Acolhe é referência para outros estados da federação, e nossa missão enquanto gestão pública é assegurar a efetividade deste serviço. Para isso, a aproximação com as comunidades é fundamental”, afirmou o secretário.

Atualmente, a Rede Acolhe conta com 21 comunidades terapêuticas, que juntas disponibilizam cerca de 500 vagas para tratamento voluntário, tanto na capital quanto no interior do estado. Todos os anos, mais de 5 mil pessoas são encaminhadas para tratamento e têm a oportunidade de escrever uma nova história de vida, com mais saúde e dignidade.

Durante a reunião, foram deliberadas questões prioritárias para o fortalecimento do serviço, como a contratação de profissionais e a implantação de um sistema de triagem remota para agilizar o processo de acolhimento. Para as comunidades, essas medidas representam mais segurança e celeridade no atendimento.

“A dependência química exige uma abordagem ampla, que vai além da saúde mental, envolvendo assistência social, atenção integral à saúde e prevenção à violência. O encontro de hoje reforçou que a parceria com o poder público é essencial para salvar vidas”, afirmou Cristiana de Souza, presidente da comunidade Gênesis e da Federação das Comunidades Acolhedoras de Alagoas (Fratercom).

Apoio

A reunião com as comunidades contou com a presença do deputado federal Rafael Brito. Na oportunidade, o parlamentar destacou a relevância do acolhimento e do cuidado com pessoas em situação de maior vulnerabilidade social.

“Quando a comunidade terapêutica chega, muitas vezes este é o último recurso do dependente químico. O trabalho de acolhimento é um serviço que ajuda a salvar vidas e cuidar das pessoas, principalmente de quem mais precisa”, afirmou o deputado.

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