
A Secretaria de Estado de Políticas para as Mulheres (SPM) firmou nesta terça-feira, 3, um Termo de Cooperação Técnica com o Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) e a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/SE), com o objetivo de ampliar o acolhimento e fortalecer a proteção às mulheres em situação de violência doméstica e familiar no estado.
A parceria prevê a implementação e a integração do aplicativo Conte Comigo, uma ferramenta de proteção emergencial desenvolvida pela SSP/SE em parceria com o TJSE. O recurso é destinado exclusivamente a mulheres que possuem medida protetiva de urgência vigente e devidamente cadastrada no sistema disponibilizado pela Secretaria de Estado da Segurança Pública.
Por meio do aplicativo, as usuárias poderão acionar um botão de emergência que, ao ser pressionado por três segundos, enviará um alerta com a localização em tempo real da mulher ao Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp), possibilitando uma resposta policial mais rápida em situações de risco iminente. A ferramenta estará disponível para dispositivos Android e iOS.
Para a secretária de Estado de Políticas para as Mulheres, Georlize Teles, a cooperação entre as instituições fortalece a rede de proteção e amplia as estratégias de enfrentamento à violência contra a mulher. “É mais um passo muito importante na proteção à mulher sergipana. Nós avançamos a cada dia e essa união, essa integração das instituições fortalece a rede de proteção. E é com essa rede fortalecida que nós conseguimos enfrentar de forma efetiva e eficaz a violência contra a mulher”, afirmou.
A juíza coordenadora da Mulher do TJSE, Juliana Martins, destacou que a iniciativa representa um avanço na ampliação das políticas públicas de proteção às mulheres sergipanas. Segundo ela, o acesso ao aplicativo será disponibilizado às mulheres que possuem medida protetiva, após o devido cadastramento pelo Judiciário. “Hoje, nós ampliamos as políticas públicas para a proteção de mulheres em Sergipe. O aplicativo Conte Comigo é uma ferramenta a que as mulheres terão acesso. Então, quando elas tiverem medida protetiva, os juízes vão cadastrar essas mulheres e elas vão poder acessar esse aplicativo e pedir ajuda quando houver necessidade”, destacou a juíza.








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