
Eleições
Segundo turno deste domingo (25) coloca Lula e Flávio Bolsonaro frente a frente na corrida pelo Planalto; no Rio Grande do Norte, eleitores também escolhem o próximo governador.
O Brasil vive neste domingo (25) mais um capítulo decisivo de sua democracia.
Eleitoras e eleitores voltam às urnas para definir a Presidência da República entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). No Nordeste, além da disputa nacional, a atenção se volta para o Rio Grande do Norte, único estado da região com segundo turno para governador.
A votação ocorre, em regra, das 8h às 17h, pelo horário de Brasília. A apuração oficial começa após o encerramento da votação, e os resultados devem ser acompanhados pelos canais da Justiça Eleitoral.
O Nordeste reúne 43,5 milhões de eleitores aptos a votar nas Eleições 2026, aproximadamente 27,4% do eleitorado brasileiro, conforme dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). É um contingente expressivo numa eleição em que cada voto válido pode fazer diferença.
Por aqui, o eleitorado acompanha a disputa nacional sem deixar de lado os desafios que batem à porta de casa: emprego, renda, saúde, segurança, educação e acesso a serviços públicos. A urna não resolve tudo num toque, mas define quem terá a responsabilidade de governar.
No Rio Grande do Norte, a disputa estadual está entre Allyson Bezerra (União Brasil) e Cadu de Lula (PT). No primeiro turno, Allyson recebeu 36,94% dos votos válidos, enquanto Cadu obteve 36,16%, segundo o TRE-RN.
A decisão deste domingo completa a escolha estadual e se soma à votação presidencial. Para quem está no batente, na feira, no comércio ou no roçado, o resultado terá importância sobretudo pelas políticas públicas e pelas decisões que vierem depois da campanha.
A orientação é consultar o local de votação nos canais oficiais da Justiça Eleitoral e acompanhar a apuração em fontes verificadas. Boatos, prints sem origem e números divulgados antes da confirmação oficial merecem desconfiança.
No fim das contas, seja no sertão, no litoral ou nas capitais, vale a regra do bom senso: voto é coisa séria, respeito é obrigação e notícia precisa de prova. No Nordeste, a conversa pode ser arretada; a informação, porém, tem de ser bem apurada.
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