
Agência Assembleia / Foto: J.R. Lisboa
Nesta quarta-feira (3), o programa Saúde e Bem-Estar, da Rádio Assembleia (96,9 FM), abordou as terapias regenerativas e integrativas. Sobre o assunto, as radialistas Marina Sousa e Leda Lima conversaram com a enfermeira Raquel Rebouças, que tem uma abordagem humanizada, conhecimento técnico, experiência clínica e práticas complementares e auxilia pacientes na busca pelo equilíbrio físico, emocional e funcional.
Segundo Raquel Rebouças, as terapias regenerativas vêm ganhando cada vez mais espaço e sendo amplamente procuradas por pessoas que convivem com problemas crônicos, dores persistentes, processos inflamatórios e outras condições que impactam diretamente a qualidade de vida.
“Quando utilizadas de forma complementar à medicina convencional, essas terapias podem contribuir para potencializar os resultados dos tratamentos, favorecendo a recuperação do organismo e o bem-estar dos pacientes. As terapias regenerativas e integrativas trabalham o corpo de dentro para fora”, esclareceu.
Pós-operatório
Raquel Rebouças explicou que as terapias regenerativas são utilizadas, por exemplo, no processo de cicatrização no pós-operatório, na recuperação tecidual, na desinflamação e no pós-parto, pós-cirurgia plástica e tratamento de diabetes. “Em pacientes com fibromialgia, utilizamos o ozônio, que é uma ferramenta incrível para tratar as doenças autoimunes”, exemplificou.
Raquel esclareceu que no primeiro atendimento, o paciente deve ser submetido a uma bio ressonância, que é um exame não invasivo, realizado com o uso da tecnologia quântica por meio da corrente sanguínea. “Após esse exame, a gente consegue identificar se tem algum desequilíbrio hormonal, colesterol, função hepática, dos rins, inclusive mostra o cortisol. Nem sempre o recomendável é medicamentoso. Então esse exame vai direcionar o equilíbrio do seu organismo”, frisou.
Aromaterapia
Raquel Rebouças explicou o que é a aromaterapia, afirmando se tratar de uma técnica terapêutica integrativa que utiliza os aromas e as propriedades dos óleos essenciais extraídos de plantas para promover o equilíbrio e a saúde física, mental e emocional. “A aromaterapia já foi reconhecida pela Organização Mundial da Saúde e atua principalmente através do estímulo do sistema olfativo no cérebro. Quando você inala o aroma de um óleo essencial, as partículas aromáticas estimulam o sistema límbico — a área do cérebro responsável pelas emoções, memórias e regulação de hormônios. Dependendo do óleo utilizado, o estímulo pode gerar respostas calmantes, energizantes ou analgésicas”, esclareceu.
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